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Bebê que come papinha dada com colher fica obeso


Mamães, seu bebê é mais esperto do que você pensa quando se trata de aprender a comer comidas sólidas. Aliás, ele é até mais esperto do que você mesma na hora de ser desamamentado.

O bebê que escolhe sua própria comida com as mãos tem menos chance de virar uma criança obesa do que aquele que ficou recebendo papinha de colher da mãe, revela uma pesquisa britânica.

Bebê que se alimentou sozinho comeu mais carboidratos e alimentos saudáveis que bebê que recebeu comida de colher

O estudo foi publicado na revista científica "BMJ Open" por Ellen Townsend e Nicola Pitchford, da Universidade de Nottingham, Reino Unido. A "BMJ Open" é uma revista de acesso público do grupo que edita a prestigiosa "BMJ" ("British Medical Journal").

Foram estudadas 155 crianças entre vinte meses e seis anos e meio de idade; seus pais responderam a um questionário sobre os hábitos de alimentação dos petizes. Desse grupo, 92 eram bebês cujos pais deixavam a seu critério a alimentação.

O bebê tinha uma escolha de alimentos na sua frente e pegava o que queria comer. Isso costuma acontecer aos seis meses de idade. A princípio, o bebê apenas lambe a comida, antes de decidir por mastigá-la.

Os outros 63 bebês não tinham escolha. Era a mãe que enfiava a comida pastosa, as papinhas de vários tipos de alimento, nas suas bocas, com colher, o método do "olha o aviãozinho".
Editoria de Arte/Folhapress

PREFERÊNCIAS

Os bebês que se alimentavam sozinhos, revelou o estudo, comiam mais carboidratos e alimentos saudáveis que os seus colegas que recebiam comida de colher.

Eles também gostavam mais de proteínas e de alimentos integrais do que as crianças que comiam papinha amassada.

Já a turma da colher curtia mais alimentos doces --apesar de as mães oferecerem a eles mais opções de alimentos como carboidratos, frutas, vegetais e proteínas do que a turma que pegava a comida sozinha.

Não deu outra: a turma da colher teve maior índice de crianças obesas do que a que pegava a comida com as próprias mãos.

"Apresentar os carboidratos às crianças em seu formato completo de alimento, como torradas, em vez de em forma de purê, pode ampliar a percepção de características tais como a textura, que é mascarada quando o alimento está na forma de papinha", escreveram os autores.

Segundo eles, pesquisas anteriores já mostraram que a apresentação da comida influencia significativamente as preferências alimentares.

Eles também afirmam que os carboidratos podem ter tido destaque na preferência dos bebês por serem mais fáceis de mastigar do que alimentos como a carne.

"Nossos resultados sugerem que o desmame liderado pelo bebê promove preferências por comida saudável no começo da infância que podem proteger contra a obesidade. Essa descoberta é importante dados os problemas sérios com obesidade infantil que afetam muitas sociedades modernas", escreveram os pesquisadores.

MÃE NERVOSA

A "ansiedade" da mãe em ter um filho em boas condições de saúde pode levar a exageros na alimentação do bebê, segundo Ary Lopes Cardoso, chefe da Unidade de Nutrologia do Instituto da Criança da Faculdade de Medicina da USP.

"A mãe quer ver o filho gordinho. As crianças ficam obesas pela proteção excessiva."

A orientação que ele e outros profissionais de saúde dão às mães é semelhante à que o novo estudo sugere: a criança tem que mostrar a vontade de comer e ser alimentada adequadamente, sem exageros motivados pela ansiedade.

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1045103-bebe-que-come-papinha-dada-com-colher-fica-mais-gordo.shtml

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Mais Carnaval!!!

Educação, Cultura e Arte Negra é uma entidade feminina, sem fins lucrativos, surgiu ao longo de vinte anos de pesquisa-ação desenvolvidas com variados grupos sociais tendo como base, as culturas de matriz africana e afro-brasileira.

O objetivo da entidade é preservar e divulgar a cultura negra no Brasil, mantendo diálogo cultural constante com o continente africano através dos instrumentos, dos cânticos, dos toques e da corporeidade, além de abrir novos espaços, de maneira lúdica e responsável, visando o fortalecimento individual e coletivo das mulheres na sociedade.

Apresentações:

Dia 17/02 – Saída oficial do Bloco Afro “ILÚ OBÁ DE MIN”, às 21h, Viaduto Major Quedinho, s/nº – Bela Vista - SP

Dia 18/02 - Cortejo da Matinê do Bloco Afro ILú Obá De MIn na Barra Funda - saída do bloco às 17h da sede, na Alameda Eduardo Prado, 342 - Campos Elíseos (esquina com a Rua Guaianazes).

Dia 19/02 - Apresentação no Parque da Água Branca, às 10h - Av. Francisco Matarazzo.

Dia 19/02 - Apresentação no Parque da Juventude, ao lado da estação do metrô Carandiru, às 16h.

Dia 25/02 - Apresentação no Carnaval da Rua do Samba - Vale do Anhangabaú às 15h.

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Infância intoxicada

Por Dioclécio Campos Júnior
Médico, pesquisador associado da UnB, secretário de Estado da Criança do DF, foi presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria.


Contra fatos não há argumentos. Falam por si mesmos. Não há como desmontá-los. Muito menos ignorá-los, como se inexistissem. As versões que despertam podem divergir, porém não os extinguem. A realidade que lhes é inerente independe de elucubrações emocionais. Tem cunho existencial próprio. A verdade irrefutável que representam está na arquitetura do conteúdo, não na fugacidade da aparência. As versões esgotam-se. Os fatos podem ser devastadores, se não reconhecidos na essência.

Assim caminha a sociedade humana. Convive com excrescências. Faz de tudo para ocultá-las. Implode o patrimônio ético que, convertido em pó, asfixia direitos e restringe a respiração moral. Como tudo na vida tem preço, não só monetário, as novas gerações pagam caro pelas mudanças de hábito a que o progresso material do mundo moderno as tem induzido. A moeda de troca é devastadora. A efígie que lhe confere marca tem a cara de uma nova morbidade, cujos sinais e sintomas são fatos concretos.

A doença em curso ainda não possui nomenclatura própria. Mas o reconhecimento da síndrome que permite diagnosticá-la dispensa recursos tecnológicos. Os danosos componentes socioambientais que a constituem afligem cidadãos que vivem na sociedade capitalista de hoje. A tríade sintomática é assustadora, assume dimensão quase epidêmica. De fato, violência de toda natureza degrada a vida mundo afora; dependência química contamina parcelas crescentes da população; obesidade avança irrefreável. A gravidade dos efeitos que tais distúrbios produzem sobre as pessoas é evidente. Nem carece de comprovação.

Outra verdade consagrada volta à tona. Não se erradica morbidade por meio de tratamento puramente sintomático. Identificada a causa, somente ações preventivas são capazes de enfrentá-la com eficácia. Tudo o mais recai na categoria de medidas protelatórias de elevado custo e baixo alcance curativo. Combater violências, esvaziar cracolândias, facilitar acesso à cirurgia bariátrica são práticas imediatistas que ajudam, mas não resolvem.

A causa maior da morbidade que assola a espécie no novo milênio já foi descoberta. Pela natureza dos transtornos psicossomáticos que desencadeia, a enfermidade é vista como uma forma de intoxicação iniciada na infância. Trata-se de fenômeno definido como estresse tóxico, desde os anos 1970. Consiste em transtornos provocados na estrutura cerebral em construção, alterando o crescimento e a diferenciação do projeto original do novo ser humano oriundo do processo de fecundação. Decorre do esvaziamento da convivência familiar, precariedade social que expõe a frágil criatura ao desamparo afetivo, às carências em que é obrigada a sobreviver, às agressões diversas que a subestimam. É o cenário estressante que intoxica a infância dos novos tempos. Os danos derivados desse hedonismo egocêntrico da atualidade são flagrantes.

Estudos científicos demonstram que a gênese dos desajustes comportamentais de adolescentes e adultos concentra-se nos primeiros anos de vida. O impacto do estresse crônico sobre a tenra infância resulta na produção endógena aumentada de substâncias que causam desestruturação desconcertante do cérebro. Uma delas é o hormônio chamado cortisol. Não só desfaz conexões existentes entre as células cerebrais, como inibe o estabelecimento de outras.

As repercussões do estrago são previsíveis. Prejudicam a conduta, os hábitos alimentares, a educação, a economia e a saúde ao longo de décadas da vida, adoecendo gerações inteiras. As doenças infecciosas perdem terreno para a nova morbidade. O desafio das iniciativas requeridas para conter a intoxicação da infância é imenso. As autoridades que não o percebem devem ser substituídas, sob pena de aprofundarem a catástrofe que se avizinha.

A formação dos profissionais de saúde, particularmente a do pediatra, precisa ser estendida na duração e reformulada no conteúdo. E como infelizmente o lar já não existe, a criança deve passar a maior parte do tempo fora de casa. Não em qualquer lugar, mas em espaço seguro, livre do estresse, apropriado ao teor lúdico que merece, rico na estimulação cognitiva a que tem direito, povoado por entes afetivos que a entendam, provedor da nutrição que lhe assegure crescimento saudável. Eis o investimento preventivo que os governos prometem e não fazem. Que a sociedade começa a entender, sem ensejar. Conforme disse Frederick Douglass, no século 19, “é muito mais fácil construir crianças fortes que reparar homens quebrados”. É o afeto agora ou a droga logo mais.

Fonte:
http://giovanimiguez.com/
Publicação: 08/02/2012 – Correio Braziliense

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Programação de carnaval nas unidades SESC

DIA 17 – SEXTA-FEIRA

Banda Redonda
SESC Santo Amaro
Sexta, às 18h

Nascida como Banda Bandalha, a Banda Redonda foi criada pelo Dramaturgo e Ator Plínio Marcos, em 1972, em resposta à provocação dos cariocas, que costumavam dizer que São Paulo era o túmulo do samba e seus Blocos, de concreto armado. A Banda Redonda costuma desfilar apresentando um repertório de sambas enredos, sambas tradicionais e marchas carnavalescas com direito a passistas, mestre sala e porta bandeira. Convivência. Grátis.

DIA 18 – SÁBADO

Show Cordão Carnavalesco Ziriguidum
SESC Consolação
Sábado, às 14h.

Desde de 2000, a proposta do Ziriguidum idealizado por Osvaldinho da Cuíca , é brincar o carnaval retomando a tradição dos cordões e suas marchinhas carnavalescas.Área de Convivência.

Show Velha Guarda Musical X9 de Santos

SESC Consolação
Sábado, às 16h.

A Velha Guarda da Escola de Samba X9 Pioneira, de Santos, fará um show que inclui no repertório, músicas próprias e sambas conhecidos do carnaval.O Grêmio Recreativo e Cultural Escola de Samba X9 foi fundado em Santos, na Baixada Santista, em 1944. Foi uma das primeiras escolas de samba do estado de São Paulo, e a primeira agremiação do interior do estado a disputar e vencer concursos carnavalescos na cidade de São Paulo. Posteriormente, um grupo da capital criou uma extensão dessa escola, chamada inicialmente de “filhotes da X9”, hoje conhecida como Escola de Samba X9 Paulistana, que desfila no carnaval da cidade de São Paulo.Área de Convivência.

Arrastão Musical

SESC Santo Amaro
Dia(s) 18/02, 20/02
Sábado, às 14h. Segunda, às 17h.

Espetáculo musical de rua com sete percussionistas e três instrumentos de sopro, inspirado nos desfiles dos blocos e cortejos populares. Presentes em boa parte do país, esses desfiles arrastam as pessoas pelas ruas, por meio de sua música e de seu clima festivo. O repertório é feito de composições sobre ritmos diversos: salsa, afoxé, funk, baião, samba e maracatu. Os arranjos agregam a visão contemporânea do Batuntã à sonoridade característica das fanfarras, bandas marciais e blocos tradicionais da nossa cultura. Com o Núcleo Batuntã. Convivência. Grátis.

Dona Inah

SESC Vila Mariana
Dia(s) 18/02, 20/02
Sábado e segunda, às 14h30.

Em repertório especial de carnaval, a sambista toca apenas marchinhas. O show terá participação especial de Roberto Seresteiro. Com Dona Inah (voz), violão, trombone, trompete, cavaco e bandolim, percussão e percussão. Praça de Eventos. .

Furunfunfum no Carnaval com o Sopro Brasileiro

SESC Osasco
Dia(s) 18/02
Sábado, às 14h30 e 16h30

Animação e diversão em um "Baile" de Carnaval para crianças de todas as idades, conduzido por músicos - atores que apresentam músicas carnavalescas de diferentes épocas, interpretadas ao vivo. Colombina, Pierrot, Arlequim e outros clássicos personagens carnavalescos contam a história dos Carnavais brasileiros, convidando o público a cantar, dançar e conhecer (ou recordar) o significado de "brincar" o Carnaval. Com Furunfunfum e o Grupo Sopro Brasileiro. Bloco de Convivência.

Folias Brasileiras

SESC Santo André
Dia(s) 18/02
Sábado, às 16h.

Neste espetáculo são apresentados vários ritmos e manifestações de vários estados do país para ilustrar a festa, o espetáculo teatral e o folguedo que envolve arte e folclore do ciclo carnavalesco brasileiro. Com Bonecos Gigantes (Maria Manteiga, Maricota, Capitão do Mato, Zé Paulino e Maria Angu), cabeções, pigmeus, Burrinhas, cavalinho, La Ursa Zabelê, Caipora, Jaraguá, cobra-grande, Mulher do Meio-Dia, Homem da Meia-Noite, papangus máscaras, preacas para caboclinhos, sombrinhas de frevo, o grupo convida o público a participar da grande festa com muita diversão e alegria. Formação: Inimar dos Reis (voz e dança), Leo Doktorczyk (violão, cavaquinho e voz), Cesar Azevedo (percussão e efeitos sonoros), Pixú Flores (percussão e efeitos sonoros), Walter Pinheiro (saxofone), Fabio Atorino (baixo), Fofão do Frevo (brincante e passista), Edson Jacaré (dançarino e brincante). No Espaço de Eventos.

Roberto Seresteiro e Tuco Pellegrino

SESC Santo Amaro
Dia(s) 18/02, 21/02
Sábado e Terça, às 17h.

Roberto Seresteiro e Tuco Pellegrino acompanhados por uma formação regional muito usada em desfiles, blocos e grupos de samba, apresentam um repertório de clássicos de carnaval em dois momentos. Primeiro são apresentados os antigos e marcantes sambas de avenida, no segundo momento as marchinhas que fizeram história de tantos bailes de carnaval.

DIA 19 – DOMINGO

Bloco da Cobra

SESC Santo Amaro
Dia(s) 19/02, 21/02
Domingo e Terça, às 14h.

Boneco gigante feito de tecidos e bambolê, em que as pessoas podem entrar e sair, sendo 20 pessoas por vez. O Bloco da Cobra intinerante é embalado por músicas carnavalescas. Com o Núcleo Brasílica. Convivência. Grátis.

Sambaqui

SESC Santo Amaro
Dia(s) 19/02
Domingo, às 17h.

O Sambaqui é uma grande brincadeira intinerante que, pelo toque grave e surdo do grande bumbo, pela beleza simples de suas melodias convida e acaba por envolver a todos os presentes, seja qual for a idade. Grupo de formação diversificada, que tem como principais atividades a pesquisa e a vivência de manifestações da cultura tradicional afro-brasileira da região sudeste, tais como Samba de Bumbo, Jongo e Batuque de Umbigada. Com o grupo Sambaqui de Samba de Bumbo. Convivência. Grátis.

Os Truta e Nóis Trupica Mas Num Cai

SESC Santo André
Dia(s) 19/02
Domingo, às 16h.

A Banda do Bloco Nóis Trupica Mais Num Cai e Os Truta conduzem o Baile Urbano, com um repertório simpático e alegre: marchinhas clássicas de salão, marchinhas de São Luiz do Paraitinga, releituras de musicas Pop e marchinhas de composição própria dos blocos. A condução do Baile tem uma levada interativa com a plateia por meio de Marchinhas-vinhetas e coreografias, como por exemplo, a releitura do clássico do cinema Flashdance. No Espaço de Eventos.

Anaí Rosa e Banda Confete e Serpentina

SESC Vila Mariana
Dia(s) 19/02, 21/02
Domingo e terça, às 14h30.

No repertório do grupo estão marchinhas como "O teu cabelo não nega', 'Chiquita bacana' e 'Sassaricando'. Com Anaí Rosa (voz), Carla Arnoni (piano), Renato Consorte (guitarra e guitarra baiana), Giba Favery (bateria), Carlinhos Alligator (trompete) e Bill Magno (sax). Praça de Eventos.

A Pedra do Meio Dia

SESC Itaquera
Dia(s) 19/02
Domingo, às 13h.

Com a Cia Atos. Utilizando o romance de Literatura de cordel na íntegra, a cia conta a história de Artur e Isadora que partem juntos numa aventura mágica em busca da Pedra do meio dia. No caminho enfrentam onça, feitiço de bruxa e gigante que vira bicho. Essa história de amizade e peripécias é narrada em forma de cordel, com rimas, ritmo e muita graça, utilizando como recurso o teatro de mamulengos, a música ao vivo e o teatro de sombras. De forma lúdica e poética resgata valores hoje tão esquecidos como companheirismo, amizade, caráter e a busca pela justiça. Direção: Dudu Oliveira. Texto: Braulio Tavares Duração: 50 minutos. Tenda da Praça de Eventos.

DIA 20 – SEGUNDA-FEIRA

Só Frevo!

SESC Osasco
Dia(s) 20/02
Segunda, às 14h30 e 16h30.

É para "frever"! O ritmo que anima o carnaval pernanbucano vem esquentar o público na voz de Karina Ninni, com os clássicos do frevo de todos os tempos. Com Karina Ninni e a Banda Piratas da Perna de Pau. Bloco de Convivência.

Show Aqueles Carnavais

SESC Consolação
Dia(s) 20/02
Segunda, às 14h.

Apresentação musical resgatando as marchinhas de Lamartine Babo e Braguinha , dos sambas de Noel Rosa, Ary Barroso e Cartola, que animavam os corsos e os carnavais de antigamente nas vozes dos cantores do rádio (Carmen Miranda, Dalva de Oliveira, Marlene, Linda e Dircinha Batista, Chico Alves, Orlando Silva, Ataulfo Alves, Silvio Caldas.Com os cantores, Yvette Matos, Lula Barbosa, Jica y Turcão e banda.Área de Convivência.

Show Velha Guarda Musical Camisa Verde e Branco

SESC Consolação
Dia(s) 20/02
Segunda, às 16h.

Primeira Velha Guarda Musical de Escola de Samba de São Paulo, iniciou sua formação em 1993, a partir de uma Roda de Samba que acontecia todos os domingos na Quadra da Escola, roda de samba denominada Botequim do Trevo, Trevo este que é o símbolo da Agremiação, e como toda roda de samba que se preza esta também era regada com muita cerveja e comida farta. Os seus integrantes tem em media 40 anos de samba, se somarmos o tempo de cada um dentro da escola. Fundadores juntamente com o grande comandante “Inocencio Tobias”, do “Salão São Paulo Chic”, onde as sextas-feiras rolavam grandes rodas de samba, com presença de grandes sambistas. Os sambas que fazem parte do repertório da V. Guarda são de autoria de seus integrantes, ou sambas históricos da própria escola.Área de Convivência.

DIA 21 – TERÇA-FEIRA

Show Maria Alcina

SESC Consolação
Dia(s) 21/02
Terça, às 14h.

Maria Alcina dispensa apresentações. Desde que roubou a cena em pleno Maracanãzinho, em 72, cantando “Fio Maravilha” no Festival Internacional da Canção. Neste show, ela canta músicas que fizeram parte do filme "Alô Alô Carnaval", grande sucesso brasileiro de Carmen Miranda em 1936, além de incluir em seu repertório músicas dos ícones do rádio, como Marlene e Emilinha Borba. Área de Convivência.

Aqueles Carnavais!

SESC Osasco
Dia(s) 21/02
Terça, às 14h30 e 16h30.

Quem não se lembra das belas marchas de Lamartine Babo e Braguinha , dos sambas de Noel Rosa, Ary Barroso e Cartola, que animavam os corsos e os carnavais de antigamente, com muita folia e alegria no salão nas vozes dos cantores do rádio (Carmen Miranda, Dalva de Oliveira, Marlene, Linda e Dircinha Batista, Chico Alves, Orlando Silva, Ataulfo Alves, Silvio Caldas entre outros , pois então vamos reeditar neste carnaval este tempo de outrora, das brincadeiras inocentes, das marchinhas e sambas que marcaram e até hoje encantam tanta gente. Com Yvette Matos, Lula Barbosa e banda.

Show Velha Guarda Musical Nenê da Vila Matilde

SESC Consolação
Dia(s) 21/02
Terça, às 16h.

A escola fundada por Alberto Alves "Nenê"; Antonio Alves de Almeida "Tókio"; Júlio Francisco, Juvenal Tomaz, Geraldo Albertino, Geraldina Alves de Silva, Benedito Alberto da Silva e Balbino de Paula Sodré é a referência do samba e da bateria nota dez.A apresentação da velha guarda é um resgate dos sambas da escola e dos grandes sambistas que colaboraram e fizeram a história da agremiação da zona leste paulistana.Formação:Marco Antonio (voz), Aurea, Laurinha, Dona Leonor, Irene, Ciete e Clara (pastoras), Semi (percussão/ apoio vocal),Tom (cavaquinho), Mandioca (violão sete cordas), Fabinho (percussão),Paulinho (percussão), Roger (percussão).Área de Convivência.

Folia da Tribo

SESC Interlagos
Dia(s) 21/02
Terça, das 10h30 às 11h30.

"Folia da Tribo" é um show teatral que celebra os folguedos, as danças, as músicas e ritmos populares brasileiros, mostrando poeticamente características do povo brasileiro através de sua ampla diversidade cultural. Da festa do Bumba-Meu-Boi até o Carnaval, do Forró ao Caboclinho, dos Pigmeus às Burrinhas, da Ciranda aos Bonecos Gigantes, são estes os “personagens” do espetáculo sem texto e com muita música, no qual seis atores/músicos tocam, manipulam bonecos, cantam e dançam as festas dos quatro cantos do Brasil. Com a Cia. da Tribo. Praça Trabalhadores do Comércio.

Os Velhos Carnavais

SESC Interlagos
Dia(s) 21/02
Terça, às 15h.

Quem nunca ouviu falar do romance do Pierrot com a Colombina? Aqui a história é um pouco diferente: um pierrot apaixonado procura por uma colombina, mas após muitas dificuldades, ele encontra uma bailarina! Na homenagem aos carnavais de rua e das brincadeiras em família, nasce um novo romance. Com a Cia. Ateliê Teatro. Ludoteca.

Fonte:

http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/subindex.cfm?paramend=1&IDCategoria=7441

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Pré-Carnaval de São Paulo tem baile infantil no próximo domingo

Baile infantil terá concurso de fantasias, brincadeiras, prêmios e muita diversão
Foto: Ricardo Matsukawa/Redação Terra

Super-heróis mirins prometem marcar o pré-Carnaval de São Paulo neste domingo (12). O 1º Encontro Carnavalesco de Heróis irá reunir a criançada no Parque Esportivo dos Trabalhadores, na Zona Leste, a partir das 10h. A ideia é valorizar a tradição de bailes carnavalescos, com confetes, serpentinas e muita diversão para as crianças.

A programação do baile conta com gincanas temáticas, oficinas de circo, sorteio de brindes, concurso de melhor fantasia e muita música. A festa será animada por um DJ e contará com a participação especial da banda baiana LevaNoiz, que foi revelação no Carnaval de 2011 com a música Liga da Justiça.

Para participar do baile, os pequenos foliões devem levar 1Kg de alimento não perecível, que será doado a instituições beneficentes, e ir fantasiados. A proposta da festa é que as crianças incorporem o personagem da fantasia para participar das brincadeiras e concorrer a prêmios especiais pela performance.

Serão sorteadas mochilas, cadernos, DVDs, fantasias e um carro elétrico.

Fonte: http://diversao.terra.com.br/carnaval/2012/noticias/0,,OI5604361-EI19421,00-PreCarnaval+de+Sao+Paulo+tem+baile+infantil+no+proximo+domingo.html

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Desmame

Elsa Regina Justo Giugliani*

*Pediatra, professora da Faculdade de Medicina da UFRGS, presidente do Departamento de Aleitamento Materno da SBP, Especialista em Aleitamento Materno pelo IBLCE (International Board of Lactation Consultant Examiners)

O homem é o único mamífero em que o desmame (aqui definido como a cessação do aleitamento materno) não é primariamente determinado por fatores genéticos e instinto, sendo fortemente influenciado por fatores socioculturais. Hoje, ao contrário do que ocorreu por pelo menos dois milhões de anos, ao longo da evolução da espécie humana, a mulher opta (ou não) pela amamentação e, influenciada por múltiplos fatores, decide por quanto tempo vai (ou pode) amamentar. Muitas vezes, as preferências culturais (não amamentação, introdução precoce de outros alimentos na dieta da criança, amamentação de curta duração) entram em conflito com a expectativa da espécie.

Algumas conseqüências dessa divergência já puderam ser observadas, como desnutrição e alta mortalidade infantis, sobretudo em áreas menos desenvolvidas. Porém, as conseqüências a longo prazo ainda não são totalmente conhecidas, já que transformações genéticas não ocorrem com a rapidez com que podem ocorrer mudanças de hábitos. Começam a ser mostradas evidências de que o não amamentar segundo as expectativas da espécie pode ter repercussões negativas ao longo da vida dos indivíduos.

Assim, a não amamentação ou amamentação sub-ótima pode favorecer o aparecimento de doenças alérgicas, diversas doenças do sistema imunológico, alguns tipos de cânceres, obesidade, diabete e doenças cardiovasculares, além de interferir negativamente no desenvolvimento oro-facial. Provavelmente, com o aparecimento de novas pesquisas nessa área, outros males serão relacionados com os hábitos “modernos” de alimentação infantil, mas alguns aspectos dificilmente podem ser quantificados, especialmente os relacionados com a psique humana.

Atualmente, em especial nas sociedades ocidentais, a amamentação é vista primordialmente como uma forma de alimentar a criança, sob o controle total dos adultos. Assim, perdeu-se a percepção da amamentação como um processo mais amplo, complexo, envolvendo intimamente duas pessoas e com repercussão na saúde física e no desenvolvimento cognitivo e emocional da criança, além de repercussões para a saúde física e psíquica da mãe. Hoje, em muitas culturas “modernas”, a amamentação prolongada (cujo conceito varia de acordo com a “convenção” da época e do local) freqüentemente é vista como um distúrbio inter-relacional entre mãe e bebê. Perdeu-se a noção de que o desmame não é um evento e sim um processo, que faz parte da evolução da mulher como mãe e do desenvolvimento da criança, assim como sentar, andar, correr, falar.

Nesta lógica, assim como nenhuma criança começa a andar antes de estar pronta, nenhuma criança deveria ser desmamada antes de atingir a maturidade para tal. Em harmonia com esta linha de pensamento, Dr. William Sears, um antigo pediatra, recomendava “Não limite a duração da amamentação a um período pré-determinado. Siga os sinais do bebê. A vida é uma série de desmames, do útero, do seio, de casa para a escola, da escola para o trabalho. Quando uma criança é forçada a entrar em um estágio antes de estar pronta, corre o risco de afetar o seu desenvolvimento emocional”.

Essas palavras sábias podem ter pouco respaldo em sociedades individualistas, que tendem a acelerar o processo de independização do ser humano, substituindo o seio por métodos de auto-consolo como chupetas, paninhos, mantinhas, ursinhos, etc.

Segundo diversas teorias, o período natural de amamentação para a espécie humana seria de 2,5 a sete anos. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde recomenda aleitamento materno por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses. Apesar dessa recomendação, muito poucas mulheres no Brasil amamentam por mais de dois anos. As razões para a não amamentação prolongada variam desde dificuldade em conciliar a amamentação com outras atividades, até crença de que aleitamento materno além do primeiro ano é danoso para a criança sob o ponto de vista psicológico.

Uma parcela de mães, apesar de demonstrar desejo em continuar a amamentação, sente-se pressionada a desmamar por profissionais de saúde, seus maridos, parentes, vizinhos e amigos. Pois, para a manutenção do paradigma que sustenta a afirmação de que amamentação prolongada não é natural, foi necessário criar vários mitos tais como o de que uma criança jamais desmama por si própria, que a amamentação prolongada é um sinal de problema sexual ou necessidade materna e não da criança e que a criança que mama fica muito dependente. Algumas mães, de fato, desmamam para promover a independência da criança. No entanto, é importante lembrar que o desmame provavelmente não vai mudar a personalidade da criança. Além disso, o desmame forçado pode gerar insegurança na criança, o que dificulta o processo de independização.

O desmame pode ser agrupado em quatro categorias básicas: abrupto, planejado ou gradual, parcial e natural. Sob a ótica de que o desmame é um processo de desenvolvimento da criança, parece razoável afirmar que o ideal seria que ele ocorresse naturalmente, na medida em que a criança vai adquirindo competências para tal. No desmame natural a criança se auto-desmama, o que pode ocorrer em diferentes idades, em média entre dois e quatro anos e raramente antes de um ano.

Costuma ser gradual, mas às vezes pode ser súbito, como por exemplo em uma nova gravidez da mãe (a criança pode estranhar o gosto do leite, que se altera, e o volume, que diminui). A mãe também participa ativamente no processo, sugerindo passos quando a criança estiver pronta para aceitá-los e impondo limites adequados à idade.

O Quadro 1 apresenta os sinais indicativos de que criança pode estar pronta para iniciar o desmame:

Quadro 1. Sinais sugestivos de que a criança está madura para o desmame

• Idade maior que um ano

• Menos interesse nas mamadas

• Aceita variedade de outros alimentos

• É segura na sua relação com a mãe

• Aceita outras formas de consolo

• Aceita não ser amamentada em certas ocasiões e locais

• Às vezes dorme sem mamar no peito

• Mostra pouca ansiedade quando encorajada a não amamentar

• Às vezes prefere brincar ou fazer outra atividade com a mãe ao invés de mamar

É importante que a mãe não confunda o auto-desmame natural com a chamada “greve de amamentação” do bebê. Esta ocorre principalmente em crianças menores de um ano, é de início súbito e inesperado, a criança parece insatisfeita e em geral é possível identificar uma causa: doença, dentição, diminuição do volume ou sabor do leite, estresse e excesso de mamadeira ou chupeta. Essa condição usualmente não dura mais que 2-4 dias.

Algumas vantagens do desmame natural encontram-se no Quadro 2:

Quadro 2. Vantagens do desmame natural

• Transição tranqüila, menos estressante para a mãe e a criança

• Preenche as necessidades da criança até elas estarem maduras para o desmame

• Fortalece a relação mãe-filho

• Ajuda a mãe a ser menos ansiosa com relação aos estágios de desenvolvimento de seu filho

O desmame abrupto é desencorajado, pois se a criança não está pronta, ela pode se sentir rejeitada pela mãe, gerando insegurança e muitas vezes rebeldia. Na mãe, o desmame abrupto pode precipitar ingurgitamento mamário, bloqueio de ducto lactífero e mastite, além de tristeza ou depressão, por luto pela perda da amamentação ou por mudanças hormonais.

Muitas vezes a mulher se depara com a situação de querer ou ter que desmamar antes de a criança estar pronta. Nesses casos, o profissional de saúde, em especial o pediatra, deve respeitar o desejo da mãe e ajudá-la nesse processo. O quadro 3 apresenta os fatores que facilitam o encorajamento do bebê para o desmame.

Quadro 3. Encorajando o bebê a desmamar: facilitadores

• Mãe segura de que quer (ou deve) desmamar

• Entendimento da mãe de que o processo pode ser lento e demandar energia, tanto maior quanto menos pronta estiver a criança

• Flexibilidade, pois o curso é imprevisível

• Paciência (dar tempo à criança) e compreensão

• Suporte e atenção adicionais à criança – mãe não deve se afastar neste período

• Ausência de outras mudanças ocorrendo: Ex.: controle dos esficteres

• Sempre que possível, desmame gradual, retirando uma mamada do dia a cada 1-2 semanas.

A técnica utilizada para fazer a criança desmamar varia de acordo com a idade da mesma. Se a criança for maior, o desmame pode ser planejado com ela. Pode-se propor uma data, oferecer uma recompensa e até mesmo uma festa. A mãe pode começar não oferecendo o seio, mas também não recusando. Pode também encurtar as mamadas e adiá-las. Mamadas podem ser suprimidas distraindo a criança com brincadeiras, chamando amiguinhos, entretendo a criança com algo que lhe prenda a atenção. A participação do pai no processo, sempre que possível, é importante. A mãe pode também evitar certas atitudes que estimulam a criança a mamar, por exemplo, não sentar na poltrona em que costuma amamentar.

Algumas vezes, o desmame forçado gera tanta ansiedade na mãe e no bebê, que é preferível adiar um pouco mais o processo, se possível. A mãe pode, também, optar por restringir as mamadas a certos horários e locais.

As mulheres devem estar preparadas para as mudanças físicas e emocionais que o desmame pode desencadear, tais como: mudança de tamanho das mamas, mudança de peso e sentimentos diversos tais como alívio, paz, tristeza, depressão, culpa e arrependimento.

Já se avançou muito na valorização do aleitamento materno nos últimos tempos. A recomendação da duração da amamentação passou de 10 meses na década de 30 para dois anos ou mais nos dias de hoje. Atualmente, fala-se em desmame natural como a forma ideal de desmame, sem especificar uma idade mínima ou máxima para que esse processo ocorra. Apesar desse avanço ainda estamos longe de encararmos o desmame como um marco do desenvolvimento da criança. Para chegarmos a este estágio, faz-se necessário entender e enfrentar as circunstâncias que, segundo Souza e Almeida, “ultrapassam a natureza e desafiam a cultura e a sociedade”.

Fonte: http://www.sbp.com.br

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Fim de semana de muitas atividades!



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Informações:

Espaço Nascente

Rua Grajaú, 599 - Perdizes

(11) 3672-6561 / (11) 2548-6383

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A PRAÇA também é um lugar para ouvir história

A atriz Sarah Elisa realiza mais uma contação de histórias na Praça Victor Civita. Folclore, cultura, magia, castelos e super-heróis animam a criançada neste começo de ano.

DOMINGO, 05/02, ÀS 17h
Rua Sumidouro, 580 – Pinheiros
Tel: (11) 3031-3689
http://pracavictorcivita.org.br

Esse evento é gratuito.

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A culpa é da culpa

Por Michelle Prazeres*

Nas últimas duas semanas, tudo aqui em casa mudou. O nono mês de vida do Miguel foi marcado por múltiplas “viradas” e transformações na vida da nossa família. Ele, claro, espelho de nós que é, fez parte de todas estas mudanças, e as refletiu em seu comportamento, especialmente relacionado ao sono e à alimentação.

Bebê tranqüilo, Mig nunca tinha nos dado trabalho em relação ao sono. Dormia bem, sempre mamou durante a madrugada, mas o considerado dentro da “média”. Nos últimos dias, o sono virou de cabeça pra baixo, e o menino passa a noite tirando cochilos de 5 minutos e acordando às vezes gritando, às vezes querendo brincar. Foram os primeiros dias – ou noites – em que de fato não dormimos depois que ele nasceu.

Bebê comilão, Mig não teve problemas com a introdução alimentar, aos 6 meses. Come de tudo, come bastante, em casa, na rua, no berçário, comigo, com o pai, com a vó, com outras cuidadoras... mas agora, não tem quem faça ele comer. As frutas ainda “passam”, mas a papinha salgada não desce. E quando desce, só vai se estiver muito, mas muita esmagadinha. Papa mesmo.

Bebê sociável, Mig nunca foi “um grude”. Claro, sempre curtiu nosso colo, mas sempre foi com outras pessoas “numa boa”, e nunca foi de reclamar. Baladeiro, topava tranqüilo as nossas saídas a lugares nem sempre “baby friendly”, apesar de nosso esforço em freqüentar espaços mais agradáveis para pequenos.

Angústia da separação

Eis que chegou o que costuma de chamar de fase da angústia da separação. E esta fase, para ele, ainda coincidiu com a chegada dos dentes, que – dizem – também costuma causar verdadeiros terremotos.

Algumas noites de sono perdidas, e cá estamos nós, meu marido e eu, tecendo mil reflexões sobre de quem ou do que é a culpa pelo fato de o Mig, bebê tão tranqüilo até então, estar deste jeito: sem dormir, sem comer e grudado em mim. Ora, a culpa é da vida, que muda mesmo, e ele precisa ir se adaptando aos limites e às coisas que nem sempre são do jeito que ele gostaria de fosse. São suas primeiras frustrações, seus primeiros “nãos”. Mas a culpa também é nossa? Dos pais?

A culpa é uma coisa esquisita. Dizem que nasce a mãe, nasce a culpa junto. Eu, desde grávida, repetia “não quero ser uma mãe culpada”. De fato, acho que não sou, assim, na totalidade, mas o fato é que a culpa vem. E se a gente assumir que ela está com a gente é mais fácil lidar com ela.
No começo, vem travestida de angústia. Especialmente se somos mães de primeira viagem, ela vem sob o formato de “não sei fazer, então, é melhor perguntar para outras pessoas do que ouvir a minha intuição”. E lá vem a culpa, porque “terceirizamos” o cuidado com nossos filhos ou porque, no outro extremo, não estamos sabendo fazer direito, porque não sabemos de nada. O que faz com o umbigo? E o choro? É assim mesmo? O tempo todo? É cólica? Dá o que? E estas perebas na pele? E o cocô mole? E a fralda? E o banho? E, e, e...

E a culpa é culpada por procurarmos soluções externas para resolver problemas cuja solução está em nós.

Bebês precisam de colo, carinho, comunicação e alimento.

Depois, o tempo vai passando e nós, mães, sentimos necessidade de sair um pouco de casa. Este tempo vai de cada uma. Para mim, foram dez dias. E aí, vamos fazer coisas para nós com os bebês. Pronto! Lá vem a culpa. Ah, mas esta seção de cinema não é pra ele. É pra mim. Esta aula de dança não é pra ele, é pra mim. Esta massagem não é pra ele, é pra mim. Mas, mas, mas...

A culpa é culpada pelo sacrifício. Nos sacrificamos, em lugar de pensar que, se fazemos bem para nós e estamos bem, o bebê estará bem também, e é preciso estar bem para cuidar bem.

Bebês não precisam de sacrifício. Precisam de entrega, sim. E as duas coisas são completamente diferentes, mas a culpa faz a gente confundir.

Aí, o tempo vai avançando, e, por conta de questões que não cabe aqui entrar no mérito, eis que chega o momento em que de fato precisamos nos separar (física e emocionalmente) dos nossos filhos pela primeira vez. Aí, a culpa não é travestida de nada. É culpa mesmo. Culpa pura! No meu caso, a separação teve que se dar por conta do trabalho. Já não é fácil. E com a culpa, ganha ainda mais peso! Agora que tenho algum tempo pra mim – ainda que seja majoritariamente dedicado ao trabalho –, nossa relação ganhou em qualidade, porque quando estou com ele, estou inteira e não mais tão cansada e irritada. Mas tem a tal da culpa. A culpa por estar deixando meu filho em um berçário, por ele estar passando por tudo isso, por ele estar triste, chorar feito louco toda vez que nos separamos , por ele não comer, por ele estar sentindo dor de dente, por, por, por... por culpa! Por um monte de coisas que fogem da nossa governabilidade, mas a culpa faz a gente achar que é responsabilidade nossa.

E a culpa é culpada por fragilizarmos nossos filhos e não deixarmos eles, de fato, conquistarem seus primeiros momentos de autonomia. É culpada por nos fragilizarmos e acharmos que não damos conta.

Bebês precisam que acreditemos na sua capacidade e na nossa capacidade (da família) de atravessar esta fase e bem.

Espantando a culpa!

E como lidar com a culpa? Obtive pistas estes dias.
Nosso pediatra (e guru!) Cacá, em consulta, nos provocou a pensar no que de fato queremos nesta fase. E a partir disso, mudar alguns hábitos relacionados à alimentação e ao sono do Miguel. Em um dado momento, ele nos disse: “A culpa é egoísta. Você para de olhar pro outro e passa a se olhar, a olhar para a culpa”. De fato, quando nos sentimos culpadas, deixamos de mirar os nossos filhos e miramos o que nos faz sentir menos culpadas. E aí é que começa o poço sem fundo.

Vivemos a culpa e ela vai nos engolindo.
Se olharmos nossos filhos, veremos que eles são nosso espelho, nossa alma, nossa sombra. Eles manifestam nossos desejos mais profundos. Neste caso, manifestam o nosso desejo de sermos necessárias.

Ser necessário é um desejo que todos nós temos. Todo ser humano quer ser precisado. E ser necessário é um tipo de poder. E, no caso de ser mãe, é um poder extremamente gratificante. Pois o resultado - ao exercê-lo – é, em geral, um filho “bem cuidado” de uma mãe super dedicada. Mas todo poder contem uma perversão. E a perversão do poder que temos de acalmar e acalentar, de fazer dormir e fazer comer os nossos filhos é a culpa.

Não sei se existe fórmula para lidar com ela. Mas arrisco dizer que a generosidade materna deve se expandir também para o campo das responsabilidades. E a responsabilidade pela condição – seja ela qual for – de um filho, é partilhada entre pai, mãe e filho.

Também arriscaria dizer que seria muito saudável se nunca agíssemos por culpa, mas sim, por vontades, desejos, necessidades... Agir por culpa pode gerar sacrifício, cobrança e frustração. Gera, com certeza, ruído no diálogo com nossos filhos. Eles não entendem bem a mensagem que passamos, porque nós também não temos clareza dela.

Na prática, não sei como agir.

Estamos experimentando um monte de coisas, testando possibilidades diante de nossa realidade e de nossos limites.

Mas o bom é que agora já sei o que pensar.

Vou pensar que a culpa não é de ninguém.

Que a responsabilidade é de todos.

Que a vida, a maternidade e a paternidade são o possível.

E que a culpa... ah... a culpa é da culpa!


* Michelle Prazeres é mãe do Miguel, 9 meses. É jornalista e idealizadora do blog http://empreendedorismomaterno.blogspot.com/

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Slingada


Tem Slingada dia 04/02/2012 das 13h30 as 17h.

O q é slingada e sua história? http://www.umamaedasarabias.com/2012/01/13/slingadas-orientam-pais-e-maes-a-usarem-carregadores-de-bebes-os-slings/

Se você não consegue montar direito o seu sling! Vá a uma slingada.

Se você está em dúvida que do tipo de carregador deve escolher! Vá a uma slingada

Se você acha que seu bebê fica “desconfortável” dentro do sling! Vá a uma slingada.

Se o sling fica, folgado, apertado, grande, pequeno, etc... Vá a uma slingada.

Se o seu sling fica mais na gaveta do que carregando o seu bebê! Vá a uma Slingada.

Se você tem duvida de quando e como colocar o meu bebê no sling! Vá a uma Slingada.

Não importa a sua dúvida, o importante é slingar com “segurança”.

Não importa a marca o importante e slingar com produtos de boa procedência e que facilite o colo de quem quer manter o seu bebê grudadinho com “ segurança”

A Slingada é um evento Gratuito, não precisa inscrição prévia é só aparecer, leve o seu sling ou se quiser pode comprar no local.

Atividades:

15h30 - Banho de Balde com Ervas
Responsável: Sabrina Jeah - Herborista do viveiro orgânico Sabor de Fazenda e consultora em fitoterapia.
* Trazer toalha e o balde.

Onde?

Rua Grajaú, 599
Próximo a Av. e metrô Sumaré.
Horário: 13:30hs as 17 horas

Visite o blog da slingada. www.slingada.blogspot.com

Leve um lanchinho para compartilharmos.

Esperamos por vcs.

Bjs

Rosangela Alves
consultoria gratuita em carregadores para bebês
Sampa Slings /Amollis
www.slingada.blogspot.com
www.sampasling.com.br
www.maternaemcanto.blogspot.com
83839075